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FMs iranianos e turcos se encontram em Istambul

O chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, e seu colega turco, Mevlüt Çavuşoğlu, reuniram-se em Istambul na sexta-feira.

Sua reunião foi realizada antes de uma reunião de emergência da OIC que está em andamento em Istambul, onde os Estados-Membros devem abordar o impacto da islamofobia após o ataque terrorista a duas mesquitas na Nova Zelândia na semana passada.

O massacre causou a morte de 49 pessoas, que eram nacionais da Síria, Jordânia, Índia, Reino Unido, Arábia Saudita e Egito.

A reunião da OIC é presidida por Cavusoglu e contou com a participação de representantes da ONU, da União Européia e da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).

O encontro de Zarif com o ministro das Relações Exteriores da Turquia segue uma conversa telefônica entre os dois diplomatas no início desta semana, na qual eles censuraram o “crime hediondo”.

Membros da Organização da Cooperação Islâmica estão realizando uma reunião de emergência em Istambul após os ataques da mesquita gêmea da semana passada na Nova Zelândia para combater a islamofobia em todo o mundo.

De acordo com Anadolu, o ministro das Relações Exteriores da Turquia disse na reunião que seu país enfrentará todas as formas de discurso de ódio, violência e terrorismo.

Ele disse que nenhuma religião ou crença pode ser definida pela violência e pelo terror, acrescentando que a paz está no centro do Islã.

Também falando na reunião, o secretário-geral da OIC, Yousef bin Ahmad Al-Othaimeen, disse que o terror não tem idioma, religião ou raça, e pediu medidas para conter o discurso de ódio contra os muçulmanos.

Ele disse que os ataques na Nova Zelândia foram um “ponto de virada” para os muçulmanos, acrescentando que as nações muçulmanas não serão impedidas de tomar medidas para conter a violência.

O ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia disse na reunião da OIC que seu país atribuía grande importância à liberdade de crença religiosa, acrescentando que os ataques aos muçulmanos “são ataques a todos nós”.

Winston Peters disse que a Nova Zelândia lançou a maior investigação policial na história do país depois dos ataques nas mesquitas, acrescentando que os responsáveis ​​pelos ataques passarão o resto de suas vidas na cadeia.

O chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, também está participando da reunião.

Sexta-feira marca exatamente uma semana desde os ataques às mesquitas Al Noor e Linwood em Christchurch, que custaram a vida de 49 pessoas.

O australiano Brenton Tarrant, de 28 anos, foi acusado pelo massacre e está sendo mantido em uma prisão de segurança máxima em Auckland.

Entre as vítimas estavam quatro crianças com menos de 18 anos. Outras crianças ainda estão sendo tratadas em hospitais locais por ferimentos sofridos durante o ataque.

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