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"Proibição absoluta" de lançamento de foguetes

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Estado de calamidade entra em vigor às 14h00

O primeiro-ministro, António Costa, justificou hoje a declaração de calamidade pública, com efeitos preventivos, com a extensão do risco de incêndio e o prolongamento do esforço do dispositivo nos últimos meses.

Os diferentes responsáveis pela proteção civil, no Algarve, vão reunir-se esta tarde em Loulé para fazer um ponto da situação e avaliar as medidas que irão ser tomadas, face à declaração do estado de calamidade pública preventivo. Dos 16 municípios da região, só Lagoa, Albufeira, Faro, Olhão e VRSA não apresentam este nível de alerta, embora estejam no logo abaixo: risco elevado de incêndio. E serão abrangidos tanto as pessoas que trabalhem em entidades públicas como privadas.

O primeiro-ministro declarou ainda que "os meios têm estado empenhados no seu máximo em todas as circunstâncias", ressalvando que, "quando as ocorrências se multiplicam, obviamente os meios não se podem dispersar".

Tendo em consideração as previsões meteorológicas para o presente fim-de-semana, no qual o risco de incêndio é extremamente elevado, particularmente nas zonas supramencionadas, o governo determina a adoção de medidas preventivas, entre as quais a proibição total da utilização de fogo de artifício ou outros artefactos pirotécnicos, a proibição da utilização de máquinas de combustão (interna ou externa) em espaços rurais, assim como a utilização de motorroçadoras e semelhantes em trabalhos nos espaços florestais, e a proibição do acesso a espaços florestais, previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFC). Para isso têm que ter a confirmação de combate por parte do comandante da corporação de bombeiros.

E da Guarda Nacional Republicana que aumentará número de equipas em mais 150 equipas ao longos destes três dias.

Segundo o primeiro-ministro, "é muito importante transmitir simultaneamente estas duas mensagens, porque é preciso dar uma palavra de alento a todos, em particular, aos bombeiros voluntários, que dão o seu melhor para a segurança" coletiva.

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