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Bogotá contra ataque militar na Venezuela

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Macri rejeita uso da força para lidar com crise da Venezuela

Os comentários de Lavrov foram feitos depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou uma possível intervenção militar no país sul-americano, fazendo com que o líder venezuelano, Nicolás Maduro, convocasse exercícios militares. A democracia na Venezuela deve ser recuperada através de medidas políticas e econômicas.

O mesmo "El Tiempo" e o espanhol "El País" publicaram "Venezuela, uma saída", artigo escrito pelo "ex-presidente da Colômbia e ex-secretário-geral da Unasul" Ernesto Samper.

Pence considerou ainda que "a Venezuela sofre a tirania de Maduro".

O vice-presidente dos EUA disse que Macri derrubou as barreiras para o comércio, voltou ao mercado mundial de capitais, cortou tarifas e modernizou as normas trabalhistas na Argentina.

- Vamos continuar com os nossos esforços para isolar a Venezuela econômica e diplomaticamente. "Não somos o pátio traseiro, senhor vice-imperial", frisou o vice-presidente do governo bolivariano, Tareck El Aissami, na sua conta de Twitter.

Outro assunto abordado por Pence foi a Declaração de Lima, assinada por 17 países americanos na última semana, e que decidiu não reconhecer nenhuma decisão tomada pela Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela.

Antes da partida para Cartagena, depois de um encontro em Bogotá com o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, Mike Pence criticou as tentativas para consolidar o poder do presidente venezuelano, Nicolas Maduro.

Após o comentário de Trump de que a intervenção militar na Venezuela era uma opção, os críticos de Maduro estão presos entre apoiar a ideia de invasão estrangeira da Venezuela ou apoiar um presidente que chamam de ditador. Da Colômbia, ele segue para Argentina, Chile e Panamá.

"Essa reunião Colômbia-EUA pode resumir-se como o encontro entre o maior produtor de drogas do mundo e o país com mais consumidores", disse Tareck El Aissami, acrescentando: "Que cinismo o do vice-presidente Pence; depois do fracasso do Plano Colômbia, vem apontar a Venezuela". Abrange "anistia e devolução, à Assembleia venezuelana, do poder que lhe foi retirado".

A ameaça de ação militar de Trump na sexta-feira foi repudiada por muitos na região e levou o Mercosul, do qual a Argentina é membro, a repudiar o uso da força.

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