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Após governo revisar meta, agência de risco mantém nota do Brasil

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B3 a antiga Bovespa- Marcos Alves  Agência O Globo

Ainda que esteja afastado um rebaixamento do risco no curto prazo, a S&P manteve a perspectiva negativa para o rating do Brasil.

A agência afirmou ainda que a economia brasileira parece ter se estabilizado, e citou que o Congresso aprovou a reforma trabalhista em julho, além do governo seguir empenhado em fazer avançar a reforma da Previdência e levar adiante uma agenda microeconômica. Ela destacou que colabora para estas mudanças o fato que já ocorre estabilidade política em Brasília.

Segundo a Standard & Poor's, desde que a classificação do Brasil foi colocada em observação com implicações negativas, em maio, o cenário político está um pouco mais resolvido, especialmente pela rejeição pela Câmara dos Deputados do pedido de denúncia contra o presidente Michel Temer.

Com a perspectiva negativa, o risco de redução do rating é de pelo menos uma chance em três nos próximos seis a nove meses, explicou a S&P. A decisão foi anunciada no horário em que o governo anunciava a elevação da meta fiscal de 2017 e 2018 para déficit de R$ 159 bilhões. "Mas nossa expectativa é que não haja mudança no rating", disse Meirelles antes do anúncio da SP.

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