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Pentágono nega ter ordens de Donald Trump sobre possível opção militar

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Diego Maradona declarou apoio incondicional ao presidente Maduro e solidariedade ao povo venezuelano

A declaração foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da Argentina, segundo a Reuters.

"Os países do Mercosul consideram que os únicos instrumentos aceitáveis para a promoção da democracia são o diálogo e a diplomacia".

Caso seja necessário intervir militarmente na Venezuela, Donald Trump não terá problema em fazê-lo.

A Venezuela passa por uma situação crítica, com a falta de comida e uma das maiores inflações do mundo.

Paralelamente a isso, as relações entre EUA e Coreia do Norte permanecem em uma delicada linha de tensão, com constantes ameaças de Donald Trump, que aparece constantemente nas notícias por toda a polêmica que costuma causar.

Esta foi a resposta às declarações, proferidas pouco antes, pelo Presidente dos Estados Unidos que afirmou não descartar a hipótese de uma intervenção militar.

Para Celso Amorim, as nações vizinhas não podem se calar diante do insulto à soberania da Venezuela e risco de provocação de uma guerra civil.

Maduro submeteu na quinta-feira o seu projeto de Constituição à nova Assembleia Constituinte, composta por 545 membros, todos próximos do governo, durante uma sessão especial do novo órgão presidido por Delcy Rodríguez, anterior ministra dos Negócios Estrangeiros.

No mesmo dia, mais tarde, a Casa Branca emitiu um comunicado informando que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu para falar com o presidente dos EUA, através de uma chamada telefónica, mas Trump recusou esse pedido.

Por enquanto, contudo, não chegaram as temidas sanções americanas ao setor petroleiro, que poderiam minar ainda mais a golpeada economia venezuelana.

"Os que conspiram contra a Venezuela (.) são os governos mais selvagemente subordinados à política externa dos Estados Unidos.".

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