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Brasil não apoiaria ação militar na Venezuela, diz Aloysio

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Maduro quer se reunir pessoalmente com Trump

A ONU denunciou que as forças de segurança da Venezuela têm utilizado força excessiva -assim como torturas- para reprimir os protestos contra Maduro, provocando a morte de dezenas de pessoas desde abril.

Donald Trump referiu, na mesma conferência de imprensa, que a situação da Coreia do Norte "é muito perigosa", garante que está a ponderar novas sanções ao país e adianta que vai falar com o Presidente da China sobre a questão de Pyongyang. "Não vou descartar uma opção militar", afirmou, citado pela CNN. Ainda Trump: "Temos tropas por todo o mundo, em lugares que estão muito distantes".

"A Venezuela não é longe e há pessoas que sofrem e pessoas que morrem", acrescentou. "É certamente algo que podemos adotar".

Nesta quinta, em seu primeiro discurso na Assembleia Constituinte, Maduro disse que queria se reunir com Trump. Acusando o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de ditador, o Tesouro dos EUA congelou em 1º de agosto todos os seus ativos nos Estados Unidos, numa resposta hostil à formação de uma Assembleia Nacional Constituinte pelo mandatário no meio de uma guerra política. Ele alertou que o governo Trump deve ser prudente em suas decisões.

A afirmação foi feita dois dias depois de os EUA imporem sanções a mais oito funcionários venezuelanos, a maioria membro da Assembleia Nacional Constituinte venezuelana, por contribuírem com a erosão da ordem democrática no país. No documento, é destacado, além disso, o espírito de solidariedade da América Latina e a convicção "de que uma negociação, com pleno respeito pelas normas do direito internacional e o princípio de não intervenção, sem atentar contra os direitos humanos e a democracia, é a única ferramenta que assegura uma solução duradoura para as diferenças".

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