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Residentes de Guam temem ataque da Coreia do Norte

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O relatório anual de defesa do Japão descreve as capacidades da Coreia do Norte como um “novo nível de ameaça”

Os contratos futuros de ouro encerraram o pregão desta quarta-feira (9) no maior valor em uma semana, em meio ao aumento da tensão entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos. Nesta terça, o presidente Donald Trump disse que os EUA vão responder às ameaças norte-coreanas com "fogo e fúria".

A declaração é uma das mais fortes de Mattis em relação a Pyongyang.

Analistas e autoridades políticas ridiculizaram as declarações do presidente americano. Para os analistas, Pyongyang vai estudá-las atentamente.

Passados 72 anos do desastre nuclear de Hiroshima, os japoneses estão agora a preparar-se para um eventual ataque da Coreia do Norte, que não pára de fazer testes balísticos, para não serem apanhados desprevenidos.

Os Estados Unidos agora têm ameaçado usar força militar.

A ONU implementou sanções cada vez mais duras - com pouco efeito. Além disso, Washington, Seul e Tóquio organizaram exercícios militares conjuntos para sinalizar sua força.

A Agência Central de Notícias da Coreia (ACNC), mais conhecida pela sigla em inglês KCNA, citando um porta-voz para as forças de míssil do exército, divulgou que o país estava considerando seriamente tal opção de ataque após "visitas frequentes aos céus acima da Coreia do Sul" por bombardeiros estratégicos dos EUA nos últimos meses.

Momentos depois dos comentários de Tillerson, Trump recorreu ao Twitter para voltar ao tema Coreia do Norte.

"Minha opinião é que estamos indo por esse caminho, a menos que o mundo possa parar a Coreia do Norte", disse Graham à CBS News, respondendo a uma pergunta se ele acredita que os EUA estão no caminho da guerra com a Coreia do Norte.

"Mas para proteger o sistema internacional de não-proliferação e a paz e a estabilidade regionais, a China vai como antes implementar plena, estrita e devidamente todos os conteúdos da relevante resolução".

Os Estados Unidos são o fiador de segurança do Sul democrático e capitalista, onde há cerca de 28.500 soldados americanos estacionados.

Na web, muitos falavam em uma "briga de cachorro grande" para descrever seu país dividido entre correntes diplomáticas e os conflitos entre potências vizinhas.

Com a Coreia do Norte a continuar a disparar misseís para o Mar do Japão, há já cidades japonesas a preparem-se para uma desastre causado pelo regime de Kim Jong-un.

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