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Operação contra roubo de carga termina com três mortes no Rio

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'Nós vamos permanecer no local até que os objetivos sejam atendidos' diz Jungmann sobre operações no Rio

A segunda fase da operação de segurança no Rio, que teve início na madrugada deste sábado, tem dois mortos.

Pelo menos uma morte foi registrada durante o começo da megaoperação, a de Jefferson Abilio da Silva Cavalcante, de 19 anos, que foi baleado no tórax e no braço ao trocar tiros com policiais no Morro São João, na Zona Norte. Ele foi levado para o Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a polícia, ele foi preso no ano passado por roubo de cargas e solto em março deste ano.

A ação buscava cumprir 40 mandados de prisão no Complexo do Lins, na zona norte do Rio, além de 15 mandados de busca e apreensão. Segundo o secretário estadual de Segurança, Roberto Sá, até as 13h, nove pessoas haviam sido presas e dois menores apreendidos. Além do conjunto de favelas, houve operações nos complexos do Chapadão e Pedreira, no Morro São João e na Covanca. E exigir ou pensar que uma intervenção pela presença física das Forças Armadas vai eliminar problemas como esse, não, de jeito algum.

Um policial militar que participava da operação pelo Batalhão de Ação com Cães (BAC) morreu hoje quando transportava dois suspeitos para a Cidade da Polícia. "Nunca prometemos isso. Seria mentiroso, seria uma farsa se disséssemos que iríamos mudar do dia para a noite", disse o ministro, que afirmou que integrantes da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal foram deslocados para reforçar o patrulhamento de áreas do Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense, onde há registros de roubos de carga. Não há interferência nas operações dos aeroportos.

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