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Morre o cantor e compositor Luiz Melodia

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Luiz Melodia falece em decorrência de câncer aos 66 anos

A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do músico, que estava internado no Hospital Quintas D'Or, no Rio de Janeiro.

Carioca nascido no morro do Estácio em 7 de janeiro de 1951, Luiz Carlos dos Santos herdou o dom musical do pai.

O GRES Estácio de Sá vem a público manifestar seu profundo pesar em virtude do falecimento de um de seus mais ilustres torcedores.

O Morro de São Carlos chora nesta sexta-feira (4) com a partida de Luiz Melodia. Presidente Leziário Nascimento e Diretoria GRES Estácio de Sá. A mescla dessas experiências com o universo do samba em que ele se criou resultou num estilo único que, aliado a uma voz marcante, chamou atenção de diversos intérpretes e poetas, como Wally Salomão, Torquato Neto, e Gal Costa. "Melodia" era apelido de seu pai, o estivador e compositor Oswaldo. "Foi um compositor de canções realmente muito diferenciadas que marcaram nossa música", disse Fátima Bernardes. Sentirei muita saudade! Tive a honra de ser a primeira cantora a cantar uma de suas composições. Sua discografia, composta de 16 discos, conta parcerias com Zeca Pagodinho, Zezé Motta, Luciana Mello entre outros.

O CD Estação Melodia, de 2007, recebeu indicação ao Grammy Latino para Melhor Álbum de Samba/Pagode e, em 2015, venceu o Premio da Música Brasileira na categoria Melhor Cantor de MPB. Luiz Melodia e Seu Jorge - Diz Que Fui Por Aí5.

Entre as canções de sucesso de uma consolidada carreira no Brasil e no exterior, estão também Codinome Beija-Flor, Negro Gato, Juventude Transviada e Ébano. Luiz Melodia ganhou em 2007 um documentário produzido por Karla Sabah.

De lá para cá, a partir especificamente da edição do álbum Pérola negra, Melodia firmou nome na música brasileira como um dos compositores de assinatura pessoal, delineada em posteriores álbuns autorais como Maravilhas contemporâneas (1976), Mico de circo (1979), Felino (1983), Claro (1987), Pintando o sete (1991), 14 quilates (1997), Retrato do artista quando coisa (2001) e o derradeiro Zerima (2014).

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