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Governo sabia da idosa atropelada "desde o primeiro momento" — Pedrógão Grande

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Destak.pt | Pedrógão Grande: Houve 64 mortos em

Assim, "confirma-se, pois, a existência, até ao momento, de 64 vítimas mortais, cuja identidade se considera poder, agora, ser publicitada com segurança e sem perturbação da investigação".

"Conclui-se, assim, existir coincidência entre os nomes das vítimas mortais já identificadas no inquérito e os constantes da lista publicitada pela testemunha, com exceção de Alzira Carvalho da Costa, e de José Rosa Tomás", acrescenta o comunicado.

O jornal Expresso noticia hoje que houve pelo menos 65 mortos no incêndio de Pedrogão Grande, enquanto os números oficiais têm apontado sempre para 64 vítimas mortais - segundo o título, a lista de 64 mortos do incêndio de Pedrógão Grande exclui vítimas indiretas. Ainda assim, "o Ministério Público não deixará de recolher elementos com vista a definir todas as circunstâncias em que a mesma ocorreu".

"Esclarece-se, ainda, que no inquérito relativo aos incêndios se encontra igualmente em investigação a situação das cerca de 150 vítimas não mortais, tendo já sido inquiridas cerca de 40 pessoas", acrescenta a PGR.

Ambos os inquéritos estão a ser investigados no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Leiria, sob a direção da procuradora da República que coordena aquele Departamento do Ministério Público.

A PGR renova ainda o "apelo para que todos os que tenham conhecimento de quaisquer factos relacionados com os incêndios de Pedrógão Grande os transmitam ao Ministério Público".

O ministério da Justiça salienta que "até à presente data não foram comunicadas às autoridades, nem estas delas tiveram conhecimento, notícias de mais pessoas desaparecidas ou mortas, para além das 64 acima referidas".

A nota do gabinete de Francisca Van Dunem dá uma explicação pormenorizada de como foram contabilizadas as vítimas: "Na sequência do incêndio de Pedrógão Grande, que deflagrou no passado dia 17 de junho, Equipas Responsáveis por Avaliação de Vítimas Mortais, compostas por elementos da GNR, PJ e médicos, fizeram a identificação dos locais e, por ordem do Ministério Público (MP), a remoção dos corpos das vítimas".

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