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Geração de empregos se mantém com saldo positivo em Uberaba

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Ribeirão Preto fecha mais de 300 postos de trabalho em junho

Em junho, foram 1.546 demissões a mais do que admissões. Neste primeiro semestre, foram gerados 3.364 empregos.

Apesar de ter fechado o período com mais contratações do que demissões, este foi o segundo pior resultado para o ano até agora, perdendo apenas para o mês de abril, quando houve mais demissões do que contratações.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, chamou atenção ontem para o fato de a geração líquida de vagas formais de emprego no Brasil no primeiro semestre de 2016, de 67.358 postos, representar o melhor resultado desde o primeiro semestre de 2014.

Setorial - O saldo positivo de junho foi impulsionado por dois setores. No acumulado dos últimos 12 meses, Joinville também registra variação positiva, de 0,32%, e a criação de 599 empregos. O cultivo de laranja e de soja criaram, respectivamente, 7,4 mil e 2,4 mil vagas. Na Administração Pública houve criação de 704 novas vagas. Segundo o Ministério do Trabalho, a retração no Paraná se deu principalmente à queda nos setores da construção civil (-1.890 postos), no comércio (-1.178 postos) e na indústria de transformação (-892 postos). A indústria da transformação extinguiu outras 106 vagas.

No período, o setor com melhor desempenho foi o de serviços, com a abertura de 1.053 postos de trabalho.

Minas Gerais também fechou o mês de junho com saldo positivo, com a geração de 15.445 novos postos de trabalhos. Na região Centro-Oeste, foram abertas 62.025 vagas e, na região Sul, outros 46.662 foram contratados. Os dois setores que se sobressaíram nesse período foram o da indústria da transformação, com saldo de 1.553 postos, e o de serviços, com 1.520. Desde o ano passado, o Piauí vem se destacando na criação de vagas. Na série com ajuste, o recuo chegou a 0,18%. O maior destaque neste primeiro semestre foi Timbó, que gerou 1.282 empregos, tendo o maior percentual positivo entre todos os municípios (8,32%). Segundo dados do Caged, foram abertos 9.821 postos de trabalho, em todo o país - uma variação de +0,03% em relação ao estoque do mês anterior. O saldo negativo de janeiro a junho foi de 4.872.

Para os que não concluíram o colegial, o rendimento inicial passou de R$ 1.108,66, no último ano, para R$ 1.143.66, em 2017.

O setor de serviços também registrou saldo positivo de 96 vagas, bem menos do que os 727 postos verificados no saldo de maio. A indústria, cuja produção tem esboçado ligeira recuperação, voltou a encolher, com o fechamento de 8 mil postos, no mês passado, enquanto os serviços, incluindo o comércio, registraram saldo negativo de 7,2 mil contratados (cerca de 6 mil positivos, em termos dessasonalizados).

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