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TOPSHOTS Japão defende pressão contra a Coreia do Norte

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Conversas aconteceriam na zona desmilitarizada na fronteira entre os dois países

Seu governo, porém, não apresentou uma agenda para a reunião.

O novo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, está muito interessado em dialogar com o país vizinho, a atrevida Coreia do Norte, comandada por Kim Jong-un.

O ministério sul-coreano da Defesa propôs uma reunião a ser realizada na sexta-feira na cidade fronteiriça de Panmunjom para reduzir as tensões depois que Pyongyang testou seu primeiro míssil balístico intercontinental. A Cruz Vermelha sugeriu que o encontro entre as famílias se realizasse no mesmo local no próximo dia 1 de agosto.

Caso este encontro aconteça, será o primeiro entre patentes mais elevadas desde 2015. A presidente anterior, Park Geun- Hye, recusou novas conversações até que Pyongyang desse mostras concretas de iniciar um processo de desnuclearização.

Já a Cruz Vermelha fez saber que espera uma "resposta positiva" da Coreia do Norte, que lhe permita organizar em outubro uma série de reuniões de famílias, e que, a acontecerem, seriam as primeiras em dois anos.

Milhões de pessoas foram separadas durante a Guerra da Coreia, que levou à divisão da península. Tecnicamente, os dois países continuam em guerra, uma vez que a Guerra da Coreia, entre 1950-53, terminou com um armistício e não com a assinatura de um tratado de paz.

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