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General avisa ladrões de Tancos que as armas roubadas não funcionam — Vídeo

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Parte do material furtado não está em condições e ia ser 'abatido'

E no ministro também.

O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) intervinha no final da reunião das chefias militares com o primeiro-ministro e o ministro da Defesa sobre a matéria, em São Bento e que durou cerca de duas horas e meia. Uma situação acaba por ser menos má já que, entre material roubado, este era o que representava mais perigo. Adicionalmente garantiu que "há medidas que vão ser tomadas a curto e a médio prazo".

Interrogado se mantém a confiança política no seu ministro da Defesa, António Costa respondeu que "tem toda a confiança do primeiro-ministro para o exercício das suas funções".

O chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, que também assistiu ao concerto, não quis comentar o assunto. Uma manifestação foi marcada e desmarcada para as portas da Presidência da República e dois tenentes-generais anunciaram sábado a sua demissão em divergência com Rovisco Duarte.

"Verificou-se então que, com grande probabilidade, este acontecimento não teria qualquer impacto no risco da segurança interna, designadamente associação a qualquer risco de atividade terrorista nacional ou internacional".

"Porquê?" questionou Pina Monteiro. O primeiro-ministro remeteu para a justiça a investigação do crime, enquanto o CEMGFA avisou que não diria quais as medidas preventivas em curso, precisamente para garantir a segurança.

Após as declarações de Pina Monteiro, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que os chefes dos ramos das Forças Armadas deram garantias ao Governo de que foram tomadas as medidas que asseguram ao país a segurança das instalações e a plena operacionalidade das forças militares.

"Posso garantir que depois da avaliação feita" pelas chefias militares à segurança das instalações, "não caímos, estamos direitos e prontos" para assegurar que os portugueses podem estar tranquilos, adiantou o CEMGFA.

O General Pina Monteiro diz que material roubado de Tancos valia 34 mil euros. "Provavelmente não poderão ser utilizados com eficácia porque estavam para ser abatidos".

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