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Preço da cesta básica registra queda em 23 capitais em junho

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Arquivo  Agência Brasil

Em doze meses - medidos de junho a junho - o valor da cesta em Maceió acumula alta de 1,49%.

Os dados foram divulgados nesta quinta (6) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entre janeiro e junho de 2017, houve um aumento de 2,75%. Ainda assim, a capital piauiense é a 12ª entre as que tem cesta mais cara entre as capitais do Brasil.

Puxado pelo barateamento no tomate (-18,2%) e na banana (-10,8%), em junho, na comparação com o mês anterior, Cuiabá teve uma baixa de 1,8% no preço da esta básica. O feijão foi o mais expressivo que somou 20,90% de alta.

O valor da cesta básica na Capital passou de R$ 460,65 em maio de 2017 para R$ 443,66 em junho, ficando 3,69% mais barato, porém mantendo-se como o mais caro do País desde setembro de 2016. Já as menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 333,35) e Salvador (R$ 350,22).

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em junho, 44,83% do salário mínimo para adquirir os mesmos produtos que, em maio, demandavam 45,81%. Para conseguir pagar os produtos, os munícipes gastaram 92 horas e 48 minutos de trabalho.

Com base na cesta mais cara, que em junho foi a de Porto Alegre - o salário-mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser o equivalente a R$ 3.727,19, ou 3,98 vezes o mínimo atual.

De acordo com a instituição, as maiores quedas foram registradas no Rio de Janeiro (-5,02%), Brasília (-4,18%), Vitória (-4,14%) e Belo Horizonte (-4,03%). Os demais tiveram retração: feijão carioca (-40,95%), açúcar cristal (-4,18%) e o óleo de soja (-1,51%).

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