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Comissão do Senado começa a votar reforma trabalhista

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Temer diz que confia na aprovação da reforma trabalhista no plenário do Senado

O relatório de Ricardo Ferraço (PSDB-ES) foi rejeitado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado nesta terça-feira (20/6), por 10 votos a 9. Mesmo que o parecer seja rejeitado pelos parlamentares, o texto segue em tramitação e vai para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes da apreciação final no plenário - esperada para acontecer na próxima semana. O resultado foi aplaudido e bastante. Embora esse veto seja mais "simbólico", já que o texto seguirá para a CCJ antes da apreciação dinal do plenário, a reação dos investidores ddeixa clara a preocupação com a força do gover Temer em aprovar reformas ainda mais complicadas, como a da Previdência.

O projeto da reforma trabalhista já passou pela Câmara dos Deputados e é analisado agora em comissões do Senado. Na avaliação dele, porém, "nada muda", porque os três relatórios - da CAE, da CAS e da CCJ - serão enviados a plenário e analisados separadamente. "O governo disse que votaria a reforma antes do recesso e ela será votada antes do recesso", afirmou. Entre os oradores, apenas o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o próprio relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES) defenderam o projeto. Segundo Ferraço, alguns dos vetos sugeridos estavam acordados com o presidente Temer. O governo espera aprovar o projeto antes do recesso parlamentar, em julho.

Lula Marques/Agência PT BrasÃlia- DF 20-06-2017 Oposição comemora a vitória na comissão de assuntos socias durante a votação a reforma trabalhista. Entre eles, há 23 do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), 18 de Paulo Paim e 13 de Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). "A economia não vai reagir com essas medidas".

"Essa reforma morreu. Temer não tem condições de aprovar mais nada".

A reforma é prioridade no programa econômico de Michel Temer.

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Ricardo Ferraço e Romero Jucá foram as únicas vozes que saíram em defesa do projeto durante todo o debate na CAS. "A motivação aqui é derrubar o governo", acrescentou.

Após a Comissão, o senador Paulo Paim disse, em transmissão ao vivo nas redes sociais, ter recebido uma série de agradecimentos de trabalhadores e eleitores, emocionados com a vitória dos senadores de oposição. Eles protestaram contra o fato de, ao não incluir nenhum emenda, o Senado abriu mão do papel de Casa revisora.

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