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Estados Unidos se retiram do Acordo de Paris sobre o clima

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Trump rasga Acordo de Paris

E a resposta direta do recém eleito presidente da França Emmanuel Macron se posiciona entre o pedido e a provocação: "make our planet great again". O post foi compartilhada mais de 140.000 vezes, tornando-se o francês com mais retuítes.

A retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris provocará, no pior cenário, um aumento adicional de 0,3 graus centígrados na temperatura global relativamente aos níveis pré-industriais, disse hoje um especialista da Organização Mundial da Meteorologia. O post foi ao ar na última quinta-feira, às 23h30 (18h30 no horário de Brasília). Em entrevista a jornalistas, ele disse estar profundamente convencido de que os estados, as cidades, a comunidade empresarial e a sociedade civil dos Estados Unidos continuarão engajados no combate à mudança climática. O homem forte da Tesla disse através da sua conta no Twitter que esta decisão do executivo americano prejudica o país e o mundo. O tuíte de Obama foi compartilhado mais de 900.000 vezes. A Casa Branca já teria informado os membros do Congresso à tarde sobre a decisão de Trump.

No texto, Cañete explica que o acordo permite que cada parte trilhe seu próprio caminho na contribuição para a prevenção de "perigosas mudanças climáticas", reunindo mais de 200 países em "tempos desafiadores" e sendo apoiado por companhias e comunidades em todo o mundo, que querem "resolver um problema que ameaça a todos".

Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, afirmou que está confiante de que, apesar da saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, sociedade civil e empresas americanas permanecerão comprometidas com o meio ambiente.

A decisão era aguardada com ansiedade em todo o mundo, já que os EUA são o segundo maior emissor de gás carbônico do mundo, atrás apenas da China.

O presidente Donald Trump, anunciou, na quinta-feira, que irá retirar os EUA do acordo global sobre clima de 2015, rejeitando pedidos de aliados, ambientalistas e líderes empresariais, mas cumprindo uma grande promessa da sua corrida eleitoral.

O especialista lembrou que, mesmo que haja uma redução nas emissões, isso "não levará de imediato a uma diminuição da concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera, porque existe efeito cumulativo e o CO2 permanece na atmosfera durante centenas de anos".

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