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Trump: Coreia do Norte 'desrespeitou' a China

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Sequência mostra imagens sem data divulgadas pelo governo norte-coreano

As negociações sobre a desnuclearização da península coreana, entre diplomatas russos, chineses, sul-coreanos, norte-coreanos, norte-americanos e japoneses começaram em agosto de 2003 e, como resultado, Pyongyang congelou o seu programa nuclear.

A Coreia do Norte confirma que lançou, com sucesso, um míssil balístico de alta precisão e avisa os EUA que pode contar com uma "prenda ainda maior".

O Japão já protestou contra mais este teste balístico e promete tomar medidas, não especificadas, juntamente com os Estados Unidos.

O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que a Coreia do Norte deu um "tapa na cara" de seu principal aliado, a China, com o último teste de míssil balístico.

O Comando do Pacífico norte-americano disse que o novo míssil caiu no Mar do Japão e que não foi considerado uma ameaça para os EUA.

O comando anunciou ainda que trabalha em uma avaliação mais detalhada do lançamento.

Acredita-se que a Coreia do Norte está ainda muitos anos longe de conseguir atingir alvos no território continental dos Estados Unidos, que é o objetivo de Pyangyong, mas cada teste deixa o país mais próximo de sua meta. O projétil não foi considerado uma ameaça à América do Norte.

Os líderes dos países vizinhos defenderam estas medidas para fazer frente às contínuas provocações armamentistas de Pyongyang, durante um diálogo de 20 minutos mantido no dia seguinte do novo teste de mísseis norte-coreano, o nono neste ano e o terceiro em apenas três semanas.

Após o teste, o novo presidente sul-coreano, Moon Jae-In, ordenou uma reunião do conselho nacional de segurança para analisar o ocorrido.

"Em um sentido amplo, a Coreia do Norte é uma das razões pelas quais estamos testando este sistema", afirmou.

Kim disse que o país recluso irá desenvolver armas mais poderosas em fases múltiplas, de acordo com seu cronograma, para defender a Coreia do Norte dos Estados Unidos.

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