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Sem acordo com a Globo, CBF exibirá amistosos do Brasil pela Internet

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Próximo adversário da seleção brasileira será a Argentina no dia 9- FACEBOOK  CBF

Sem fechar contrato de transmissão dos amistosos da Seleção Brasileira com a Rede Globo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou projeto para produzir e transmitir os jogos da equipe comandanda por Tite (leia mais aqui).

Assumindo a geração do sinal e a transmissão dos jogos do Brasil, a CBF tenta aumentar a sua autonomia a venda de patrocínios.

A informação foi publicada na edição desta segunda-feira do jornal Folha de S. Paulo, e confirmada pela reportagem do Estado. As partidas serão nos dias 9 e 13 de junho, às 7h (de Brasília).

A exibição das duas partidas ficará com a TV Brasil e a CBF comprou o horário na emissora para transmitir pela CBF TV. Como a escalação dos profissionais para a transmissão já indica, há conversas também com a Band.

Até o ano passado, a Rede Globo transmitia com exclusividade os amistosos da seleção principal do Brasil.

Na versão que vem da CBF, houve uma tentativa de conseguir uma valorização com os jogos da Seleção, mas a proposta não foi proporcional às expectativas.

Por meio de nota, o departamento de comunicação da emissora informou que deixará de transmitir os amistosos do próximo mês e não deixou claro se voltará a fazê-lo nas demais partidas preparatórias à Copa do Mundo do próximo ano - a emissora detém os direitos das atuais Eliminatórias.

Em nota oficial, a Globo disse que "a CBF tinha planos de negociar os direitos dos amistosos e das Eliminatórias da Copa de 2022 na forma de leilão fechado", mas que "recentemente decidiu vender os dois jogos de junho de forma avulsa, embora não acreditemos que esta seja a melhor solução para todas as partes, e tentamos negociar, mas não chegamos num acordo".

O Grupo Globo defende um mercado de concorrência e acredita que tem a melhor solução de visibilidade e envolvimento para os eventos da nossa seleção, tanto pela audiência quanto pela qualidade de transmissão e modelo econômico, mas respeitamos se a CBF pensa diferente.

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