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Manifestações em cidades brasileiras pedem saída de Temer

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		Manifestações ocorreram em 15 estados do Brasil

No Rio de Janeiro, os atos contra Temer se dividiram.

De acordo com Carrera, a manifestação foi apartidária e custeada pelos sindicatos que vivem da contribuição dos servidores. Minas Gerais também registrou manifestações em Uberlândia e Juiz de Fora.

Um outro grupo de manifestantes se concentrou em frente à estação do metrô de São Conrado, seguindo pela orla do bairro da zona sul carioca até o prédio onde mora o presidente da Câmara dos Deputados, Rocrigo Maia (DEM).

Em Manaus, cerca de 300 pessoas, segundo a Polícia Militar, participaram de um ato público na Praça do Congresso, no Centro da cidade.

Fortaleza foi palco de uma das maiores manifestações ao reunir cerca de 30 mil pessoas na Praia de Iracema. Também estavam presentes militantes de partidos e de movimentos, como o Levante Popular da Juventude.

Um grupo de manifestantes se reúne na tarde deste domingo (21), no Centro de Salvador, para protestar contra o presidente Michel Temer e pedir eleições diretas. A manifestação foi convocada por dois movimentos, a Frente Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular.

Participam do ato, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) e entidades populares.

O advogado de Temer, Gustavo Guedes, disse que a defesa do presidente não teve tempo para ler o relatório da OAB e pediu mais prazo para a defesa. São 14 milhões de desempregados. O ato foi convocado pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo.

Em São Paulo, na avenida Paulista, barricadas foram montadas para proteger os prédios da Fiesp e do Shopping Cidade de São Paulo de eventuais atos de vandalismo, mas o ato ficou restrito às proximidades do Masp e teve carros de som de três entidades sindicais: CUT, Força Sindical e Conlutas. Segundo informações dadas pelo tenente da Polícia Militar do Distrito Federal, Marcus Uitálo Menezes, apontam que o protesto foi iniciado às 10h e encerrou-se duas horas após.

A polícia e a organização do protesto não divulgaram estimativa de público. Os atos, convocados por centrais sindicais e movimentos de esquerda, pediam a realização de eleições diretas no País e criticavam as reformas da Previdência e trabalhista. O ato, convocado pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, teve início por volta das 15h e foi encerrado às 18h. Para Freitas, as eleições diretas no país seriam possíveis por meio de uma emenda popular. "Lá, serão 100 mil pessoas de diferentes centrais sindicais". "Vamos continuar a mobilização e nas ruas até ter eleição direta", concluiu. Em Goiânia, passeata foi organizada pela Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO), pela Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e pela Frente Brasil Popular (FBP) e ocorre na Praça do Trabalhador. As mensagens das faixas e cartazes exibiam frases com palavras de ordem, entre elas Diretas Já.

Na Avenida Paulista, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse que "o governo Temer acabou envolvido em corrupção" e conclamou a realização de eleições diretas. A manifestação ocorre dias após a divulgação da delação de empresários da JBS, que apontou para a "anuência" de Temer à compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato.

Luiz Henrique, da CUT, diz que o povo tem de ter o coração valente nesse momento.

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